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Opinião

20 de jan, 2021

2021: Expectativas para um mercado ainda instável

O que esperar deste ano que se inicia e que já depositamos tantas aspirações?

Pois é, a pandemia ainda assombra o mercado, mas a vinda da vacina, em âmbito global, com certeza traz a esperança de que o pior já está passando. Precisamos tangibilizar a retomada de uma nova normalidade sócio-econômica efetiva e o real crescimento sustentável, oferecendo uma experiência aos nossos clientes, cada vez melhor.

De acordo com o Morgan Stanley, temos três cenários para a economia no Brasil: o mais provável calcula alta de 4,3% do PIB, o otimista projeta alta de 5,5% e o pessimista assinala alta de 2,1%.

Algumas previsões são mais otimistas que outras, mas o fato é que precisamos agir com inteligência, gerirmos as mudanças e nos basearmos sempre em dados e análises, para decisões mais efetivas.

Dentro deste contexto, a inovação, mais do que nunca, precisará ser evidenciada em todos os setores, aliada à transformação digital e uma maior eficiência operacional. O trabalho remoto e as lives vieram para ficar, em todos os setores, e o digital será cada vez mais exigido.

Vamos avaliar mais algumas tendências?

  • Crescimento do E-commerce: no período pós-pandemia, ratificando a busca pela conveniência e mobilidade, as vendas eletrônicas no Brasil tendem a crescer 26% neste ano, chegando a um faturamento de R$ 110 bilhões para as lojas e marketplaces, de acordo com estimativas da Ebit|Nielsen;
  • Fraude:Devido ao aumento esperado no número de vendas online para este ano, os investimentos em sistemas antifraude continuarão a ser prioridade; não é a toa que o maior volume de transações pela web e a falta de experiência de muitos novos usuários, em 2020, majoraram o risco de fraude para 1 bilhão (pesquisa NeoTrust);
  • Pix e Open banking: Para aumentar a competitividade, o Banco Central se posiciona e se propõe a cada vez mais inovar. Prova disto foi o lançamento do Pix, no ano passado, como novo sistema de pagamentos e transferências instantâneos, que tende a ser cada vez mais consumido. Outra novidade é o Open Banking, previsto para outubro deste ano, que promete trazer muito mais benefícios para os consumidores, em transações bancárias, no compartilhamento seguro de dados e produtos, pelas instituições financeiras autorizadas;
  • Meios de pagamento: Ano passado, 78% dos consumidores diminuíram o uso do dinheiro em espécie, nas transações comerciais, para evitar o contato físico, e o pagamento por aproximação cresceu 330%, revelando uma tendência para 2021.Segundo a Abecs – Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços,o uso de cartões de crédito, débito e pré-pagos no Brasil deve superar R$ 2,3 trilhões, uma alta de 18% a 20% sobre o volume de 2020;
  • Compras customizadas: A customização para o usuário promete ser um dos principais diferenciais competitivos, potencializando a experiência do e-shopper e fortalecendo o conceito da indústria 4.0, que irá evoluir no mercado;
  • Omnichannel: com certeza se mantém em alta, não só em vendas, mas também na logística, cadeia de suprimentos, atendimento e cobrança; um bom exemplo é o lançamento, pelo Magazine Luiza, de uma nova opção de atendimento acessível em Libras, para pessoas com deficiência auditiva;
  • Voice Shopping: o assistente Google e a Alexa já caíram no gosto do público e a estimativa é que a compra, através desses dispositivos de voz, chegará a US $ 40 bilhões em 2022, impulsionados pela Amazon Google, que visam expandir essa modalidade para todo o mundo;
  • LGPD: depois dos desafios de 2020, especialistas da Forbes apontam que, neste ano,será necessário investir mais em adaptabilidade, em maior conhecimento do seu cliente e em tecnologia. Pesquisas de mercado da Forrester trazem algumas tendências importantes relacionadas à privacidade: um aumento crescente da demanda por coletar, processar e compartilhar dados pessoais confidenciais de consumidores e de funcionários. Dessa forma, os clientes que se baseiam em valores vão buscar compartilhar seus dados apenas com empresas que processam os dados de maneira ética. Outra propensão diz sobre a complexidade regulatória, que deverá aumentar ainda mais;
  • Cobrança: sem dúvida este setor vai continuar se reinventando para acompanhar este momento ainda tão turbulento. Conforme Otávio Damaso, diretor do Banco Central, o pico da inadimplência, fomentada pela pandemia do coronavírus, deve acontecer neste primeiro semestre de 2021, prometendo movimentar ainda mais a recuperação do crédito.

A partir deste cenário de previsões, a Sistemas TH continua apoiando seu negócio, tanto no tratamento de informações cadastrais e data insights, para conhecer e encantar seu cliente, quanto em oferecer inovação no portfólio, conformidade com as leis de proteção a dados e atendimento consultivo.

Solicite uma demonstração em nossas plataformas e conheça melhor nossas soluções para 2021.

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